Imagina eu
por um instante seu…
E agora nós,
por uma vida a sós…
Imaginou como eu?
Fantasiou nós?
Sorriu sozinha,
escutou minha voz?
— Imagens de Biblioteca  (via re-novada)

Re.
Reame.
Recomece.
Relembre.
Remexa.
Renasça.
Recupere.
Retorne.
Renove.
Retente.
Reconstrua.
Remarque.
Rebeije.
Reapaixone.
Retribua.
Ressoe.
Reviva.
Se não der certo, meu amigo,
Re.
Seja. (via m-alicioso)

Todo mundo tem alguma coisa que gostaria de mudar no passado.
O Melhor de Mim - Nicholas Sparks (via idealizar)

Atire a primeira pedra quem não gosta de um bom e velho romance clichê. Com aquele romantismo à moda antiga, beijos inesperados e carinhos durante a manhã, tarde e noite. E, quem disser que jamais imaginou-se em uma história de amor, daquelas bem hollywoodianas, eu afirmo com toda convicção que está blefando. Queremos é ligações no meio da madrugada e apelidos inusitados. Queremos é amor da melhor maneira que poderá vir a existir. E, quando faltam palavras a caracterizar esse tal sentimento corremos logo para os braços da monotonia, do clichê. Clichê com direito a mil e um “eu te amo”, noites frias juntos um ao outro e com um final feliz, por favor. Clichê como os gloriosos livros do Nicholas Sparks e os contos que, quando menina, escultava. Clichê como eu e você; ah, sim… Um clichê merecedor de nós.
— C-l0sed, Nossa história num clichê. (via c-l0sed)

1 day ago · 4 notes · reblog
originally c-l0sed · via c-l0sed
Sabedoria.
Saber dor ria
Saber rir da dor.
Aluga-se Felicidade (via eu-poetico)

A Terceira Guerra Mundial está próxima, preparem-se! Parece loucura mas, do jeito que está nossa sociedade, não há nada mais previsível do que um conflito. Poços de discórdia e melancolia, foi isso que nos tornamos. Toda a alegria de viver se extinguiu, restando apenas pedaços de carne que circulam por aí auto denominando-se “pessoas”. Corpos desprovidos de alma, cabeças ocas, e caixas torácicas vazias…Não há essência, cérebros trabalhando e muito menos corações puros e preparados para amar. Há apenas um grupo, denominado humanidade, focado em sobreviver, seja como for. Ouço as histórias da vovó, da época em que ainda existia sentimento e felicidade, e lamento pela podridão que dominou o mundo. Hoje em dia, a vida não tem razão nenhuma. Já acordamos tomados pelo ódio daquele aparelho que apitou para nos tirar da cama; o “bom dia” no elevador se tornou algo cotidiano pois, na realidade, ninguém se importa com o dia dos outros! Ao pisar na rua, respiramos o ar da poluição e já podemos ouvir pessoas discutindo, xingando e reclamando sobre isso e aquilo. Passamos horas e mais horas ao lado de pessoas que não sabem nada além de nossos nomes, mas se acham no direito de nos criticar. Somos obrigados a aturar chefes, professores e outros “superiores” que nos tratam como lixo, sem abrir a boca para argumentar qualquer coisa, pois vivemos baseados em uma concepção de que o subordinado tem o dever de obedecer, mas não tem o direito de dar sua opinião. Caminhamos na rua trombando em gente mau humorada que sempre nos olha torto com aquela cara de ameaça de morte. Ouvimos conversas daqui e dali, sobre a suposta gravidez precoce da filha da vizinha, sobre o colega de trabalho que foi traído ou sobre a roupa que a moça que do outro lado da rua está usando. Estão sempre observando uns aos outros, analisando cada detalhe e reparando em cada erro, apontando cada defeito e afiando a língua para falar mal! São 24 horas de futilidade e egocentrismo. É incrível a falta de limite da hipocrisia humana! Dizem que todos são iguais e merecem o mesmo respeito, mas ignoram aquele mendigo doente que fica sentado na calçada pedindo esmola. Lamentam tanto o preconceito, mas seguram firme a bolsa quando o garoto negro entra no ônibus. Proclamam o amor ao próximo, mas arrumam confusão por um simples pisão nos pés. Exigem respeito mas não respeitam. Dizem uma coisa e fazem outra! Está certo isso? Creio que não. E a cada dia a situação piora mais e mais. Chegamos ao ponto em que ligamos a televisão para assistir ao jornal e só ouvimos notícias sobre roubo e violência, drogas e abuso, preconceito e corrupção. Não vemos nenhum sorriso sincero, beijo amoroso ou abraço de ternura…Tudo o que vemos é sexo! Amor? Este está prestes a se extinguir! Pois, hoje em dia, não existe mais romantismo, conquista e as borboletas no estômago que a paixão nos causa. Jovens simplesmente se agarram com qualquer um que veem em sua frente! E enquanto não pararmos de julgar e criticar à todos, de fofocar, discutir, humilhar  desrespeitar o próximo, a tendência é piorar! Enquanto os sorrisos forem falsos, abraços caloteiros e amores durarem cinco dias, tudo o que podemos fazer é lamentar. Enquanto o dinheiro e a aparência tiverem muito mais valor que o caráter, a humanidade continuará sendo um lixo! Sabe aquele clichê de “a-sociedade-está-em-decadência”? Pois bem, meu caros, é a mais pura verdade! Mas, infelizmente, não há mais nada que possa ser feito para solucionar essa questão. Então se apressem, corram, armem-se! Mantenha a sanidade e os sentimentos, tome algumas doses de amor e injete respeito. Prepare o estoque de amor e caráter e proteja o seu coração! Pois, quando a guerra começar e entrarmos em pleno cataclismo, será tarde demais.

- A podridão humana chegou ao seu limite (pseudo-coracao)


1 day ago · 402 notes · reblog
originally pseudo-coracao · via v-ibora
Mesmo que a gente não fique juntos pra sempre. Mesmo que acabe semana que vem. Nunca destrua o meu carinho por você.
Tati Bernardi (via segredosdeumpoeta)

A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.
Martha Medeiros (via b-ecoming)

E dói, porque você sabe que não vai ter quem substitua. E você sente falta. E a vontade de chorar vem. E você só pode respirar fundo e segurar as lágrimas, para não perceberem o quanto você é fraca.
— Tati Bernardi (via prisioneiro-da-morte)